Saímos de Guarulhos pela manhã com a Azul e estávamos preocupados com a escala apertada de meia hora em Recife, que foi muito tranquila: saímos do avião, uma funcionária nos acompanhou e 15 minutos e 4 gates depois já estávamos dentro do avião pra Fernando de Noronha. Com mais uma hora de voo chegamos na ilha!
Estamos no hotel dolphin, que tinha promoções atrativas para a baixa temporada. O quarto tem ar condicionado e frigobar e o hotel é um dos únicos da ilha que tem piscina. Deixamos as malas no hotel e fomos pra Praia da Conceição, onde tomamos uma cerveja vendo o sol se por com vista para o pico, que é um dos cartões postais de Noronha. Jantamos com o Peu e Gomide Santana (amigos do Leo) no Varandas, um dos mais famosos restaurantes daqui. A comida estava sensacional e pretendemos voltar lá até o fim da viagem.
No dia seguinte fomos resolver as coisas do mergulho e acabamos indo a pé pra praia. Chegamos no mirante do Boldró, descemos a trilha para a praia e começamos a andar rumo baía dos porcos. As praias são praticamente desertas e fomos atravessando de uma pra outra através de trilhas nos montes que as separam. O sol estava forte, mas chegamos bem (e cansados) na Cacimba do Padre, praia que tinha outras pessoas e um lugar pra tomar coco e cerveja. Essa praia fica bem em frente aos Dois Irmãos (duas montanhas no meio do mar verde, o cartão postal mais famoso daqui). De lá mais uma trilha pra baía dos porcos, uma baía com mais pedras do que areia onde fizemos um pouco de snorkel. Em nenhuma das praias tinha pessoas com cadeira e guarda-sol, se essa for sua visão de praia talvez Noronha não seja o melhor destino.
Almoçamos no restaurante flamboyant, que serve comida por quilo sem destaque, conseguimos ver são paulo x corinthians no hotel e jantamos no du mar, que também não foi grande coisa. O esquema é dormir cedo pra acordar cedo no dia seguinte.
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