terça-feira, 20 de novembro de 2012

Puerto Iguazu

Ontem foi dia livre em Puerto Iguazu e passamos a manhã na maravilhosa piscina. Descobrimos que nosso hotel tinha um pier na margem do Rio Iguazu, servido por um bondinho que estava em manutenção. Descemos uma trilha a pé e o Leo nadou no Rio Iguazu (essa foi a maior aventura do dia). Almoçamos em Puerto Iguazu no ótimo restaurante Aqva, #2 no tripadvisor, onde comemos o melhor bife de chorizo da viagem, acompanhado de risoto de cebola e crepe de dulce de leche de sobremesa. Voltamos para o hotel para esperar a hora do jantar e a noite jantamos no La Vaca Enamorada, o #1 do tripadvisor. Entramos no restaurante e estava deserto e ficamos apreensivos se tinha sido uma boa ideia. No jardim dos fundos havia uma mesa com uma família brasileiro e um casal inglês. O dono do restaurante, Alfredo, era extremamente carismático e marketeiro; ele recitou o cardápio e escolhemos o nhoque tão leve quanto "pena de canário" como ele proprio descreveu. O cardápio muda diariamente e são pouquíssimas opções, todas feitas no dia e "com muito amor". O nhoque realmente estava incrível (a Juli disse que foi o melhor que já comeu), a carne aberta em "formato mariposa" passou um pouco do ponto mas estava boa. A inglesa do nosso lado tomou um susto e bateu palmas quando viu o tamanho do bife de chorizo. No geral o jantar foi muito divertido por causa do Alfredo e dos ingleses.

Hoje o dia foi mais corrido: acordamos mais cedo, fizemos check-out e fomos para o Parque Cataratas del Iguazu (do lado argentino). Ao invés de ônibus o transporte é feito por trem e é bem menos eficiente e organizado que o lado brasileiro. Tivemos que pegar 2 trens e meia hora de filas para chegar na estação Garganta del Diablo, que é a atração principal. Ao chegar lá caminhamos 1100 metros por passarelas sobre o rio até chegarmos na parte superior da maior queda d'água das cataratas: essa é sem dúvida a melhor vista tanto do lado brasileiro quanto do argentino! De lá para a saída perdemos mais uma hora em filas do trem.

Além da garganta do diabo, o lado argentino tem mais 2 circuitos (trilhas), chamados superior e inferior: um leva cerca de 4 horas, pega um bote e tem trilha numa ilha e o outro leva cerca de 2 horas. Não fizemos nenhum dos dois mas parece que um segundo dia no parque argentino valeria a pena (inclusive o segundo dia sai pela metade do preço). Se você só tiver um dia e tiver que escolher entre o lado brasileiro e o argentino nós recomendamos o argentino, pois nele é possível fazer o mesmo passeio de barco e não tem nada parecido com a garganta do diabo do lado brasileiro.

Saímos do parque e almoçamos no El Quincho del Tio Querido, que é o restaurante mais próximo da fronteira e talvez por isso esteja sempre cheio e tenha pior atendimento (num calor de 30 graus fizeram a gente ficar esperando do lado de fora do restaurante, sendo que havíamos feito uma reserva que aparentemente não serve pra nada). A comida porém estava boa, a Juli comeu um salmão ao limone e o Leo um bife de chorizo a la pimienta e papas a la crema. De lá passamos no free shop da fronteira para as compras de última hora.

Ainda tivemos que abastecer o carro antes de devolvê-lo (pois as locadoras cobram R$5 por litro) e o posto de gasolina mais próximo fica quase no centro de Foz do Iguaçu (saindo do lado argentino pegar a rotatória para a esquerda, sentido centro de Foz). Chegamos no aeroporto, devolvemos o carro e esperamos uma hora e pouco até o voo, que saiu antes do horário previsto (nunca vimos isso!). Foi um feriado com jeito de ferias, uma viagem que vale muito a pena!

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