sábado, 17 de novembro de 2012

Chegada ao Loi Suites e primeiro dia no Paraguai

O vôo pra Foz do Iguaçu saiu às 23:50 e chegamos por volta da 1:30 da manhã. O horário do vôo até que é bom, pois dá pra chegar a tempo em Guarulhos. Como não despachamos malas, saímos antes de todo mundo e alugamos rápido um carro na Hertz. Por ser cliente Itaú Personnalité tivemos 25% de desconto e por pagar com Visa não precisamos pagar os seguros, porque a Visa paga. Pegamos nosso Gol rumo à fronteira com a Argentina, que estava deserta às 2 e pouco da manhã. Carimbamos o passaporte e começamos a procurar nosso hotel, o Loi Suites, que é um hotel no meio da selva de Iraypu. Pegamos uma estradinha no meio da selva e as placas acabaram ali. Uma hora chegamos numa bifurcação e tivemos que voltar. Pedimos informação em outro hotel que nos deu a óbvia dica de seguir sempre a estrada de asfalto; pelo menos tivemos a confirmação que estávamos indo pro lugar certo. Cinco kms e meio dentro da estradinha com mato dos dois lados, chegamos no hotel, que é sensacional! O quarto é enorme, a piscina é linda e ele fica bem no meio da selva mesmo. Tem umas pontes suspensas de madeira para levar de um módulo a outro. Adoramos!

No dia seguinte tomamos café-da-manhã (que também é muito bom), demos uma descansada e partimos para o Paraguai. A piscina estava convidativa, mas teremos nosso dia livre pra ficar no hotel. Cruzamos de volta para o Brasil, fizemos o seguro Carta Verde (um seguro contra terceiros obrigatório na Argentina, R$50 por 4 dias) e chegamos na Ponte da Amizade. Nosso carro alugado não pode ir pro Paraguai, então estacionamos no lado brasileiro e cruzamos a ponte a pé! O trânsito estava intenso nos dois sentidos e todos os carros/vans eram muito velhos e com placas do Paraguai. Apesar de tudo a vista lá de cima é bem bonita!

Ciudad del Este é um lugar muito desagradável. Lotado de gente e camelôs por todos os lados, todos te oferecem tudo, de água a loja de eletrônicos, de meias a celulares piratas. Seguimos algumas dicas que tínhamos lido na internet: fomos na Sax, uma loja de departamento extremamente chique, com preços tão altos quanto. Em seguida fomos na Mona Lisa, que tem de tudo e onde não compramos nada (mas tomamos uma cerveja). Por fim o Shopping del Este, onde o Leo comprou um tênis da nike, original, nossa única aquisição no Paraguai. A Juli, para não dizer que saiu zerada, comprou um sorvete. Estava muito calor pra atravessar a ponte a pé de novo e pegamos um táxi: eles começam pedindo R$50 só pra cruzar a ponte, choramos o quanto deu e conseguimos por R$30. Aparentemente a Polícia Federal não pára os táxis; vimos um ou outro carro normal sendo parado. Vale dizer também que não vimos uma nota sequer de guarani e reais, dolares e pesos argentinos são amplamente aceitos. Moral da história: só vá para o Paraguai se você realmente quiser fazer compras e souber que aquilo que deseja comprar é bem mais barato do que no Brasil (e se não tiver problemas com aglomerações, falta de paciência, pânico ou claustrofobia).

Voltamos ao hotel e ficamos um tempinho na piscina, bem agradável, ainda mais depois do dia no Paraguai. A Juli fez massagem e o Leo tomou Quilmes. A noite fomos no Casino Iguazu e investimos 30 dólares no blackjack, sem sucesso. É impressionante como as máquinas de slot machine estão cada vez mais complicadas e temáticas: tem do Alien, Sex and the City, Ghostbusters e por aí vai.

Saímos do cassino e ficou tarde para comer uma parrilla, acabamos parando no restaurante La Tata por acaso. Ele tem mesas ao ar livre numa pracinha, simples porém agradável. Dividimos um sanduíche de milanesa de pollo e voltamos pro hotel exaustos. No dia seguinte iríamos pro Parque Nacional do Iguaçu (lado brasileiro).

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