Em seguida fomos para o Two Oceans Aquarium (onde vimos tubarões, pinguins, etc) e voltamos pro hotel para tentar resolver nossa situação. Perdemos uma meia hora ligando para o Decolar e a agência americana e ficaram de nos dar um parecer no dia seguinte. Como tínhamos cogitado ir embora do hotel, a supervisora falou com o gerente geral e nos fez uma tarifa acessível, então ficamos no nosso penthouse e na pior das hipóteses pagaríamos um pouco a mais do que prevíamos.
A noite tentamos ir no Fan Fest, uma área oficial da FIFA, com um telão gigantesco onde teoricamente o pessoal se reúne para ver os jogos. Na Alemanha eles eram o maior sucesso, mas aqui não tinha praticamente ninguém. Nem os taxistas ou o pessoal do hotel sabiam direito o que era ou como chegar la. Fomos ver o jogo do México em um restaurante mexicano e acho que nessa Copa não precisamos nos preocupar com a França.
No dia seguinte resolvemos alugar um carro, porque 2 diárias sairiam mais barato do que os tours de 1 dia para o Cabo da Boa Esperança e vinícolas de Stellenbosch/Franschoek. Foi a melhor decisão que tomamos! No começo foi meio estranho dirigir na mão inglesa, mas logo nos acostumamos.
Começamos pela Table Mountain, a montanha símbolo da cidade. Por termos comprado a entrada pela internet pulamos uma fila de umas 200 pessoas. Subimos de bondinho até o topo (a 1000 metros de altitude) e a vista de lá é impressionante!
De lá fomos para as vinícolas de Franschoek, onde almoçamos muito bem e fizemos uma degustação de vinhos no Dieu Donné. O lugar é maravilhoso, cercado pelas montanhas.
A noite fizemos hamburguers e salada na nossa cozinha americana.
Enviado do meu BlackBerry® da TIM
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